sexta-feira, 27 de junho de 2008

Parabéns, gémeos

Hoje é dia de festa! O CyberCultura e Democracia Online e o CyberPhilosophy festejam o seu 1º aniversário. Formam a casa virtual do meu ilustre amigo filósofo-cientista J Francisco Saraiva de Sousa que connosco partilha as restantes divisões: o CyberBiologia e CyberMedicina e o NeuroFilosofia.
Sobre este espaçoso T4, que descobri em princípios de Abril, já havia redigido umas breves linhas. A propósito da minha incapacidade em explicar o conceito de sensualidade... Mas hoje é dia de centrar todas as atenções aos gémeos aniversariantes, ao blogger-pai, à casa acolhedora de portas sempre tão generosamente abertas.
Eu gosto da casa do F. Ali habitam intelecto, conhecimento, boa-disposição e afecto. Aprendo o que não sei e relembro o que já nem sabia saber, conheço novas e diferentes perpectivas que consolidam ou refomulam as minhas, brinco e rio também. Gosto do Francisco. É o exemplo vivo da humanidade que às vezes esquecemos nos académicos e nos intelectuais. Admiro-lhe a escrita veloz e sólida, mesmo que nem sempre acompanhe ou concorde com que que advoga. Admiração séria. Mas a simpatia nasceu no espaço dos comentários, onde se equilibram muito saudavelmente realismo e quixotismo, simpatia e um humor que, embora involuntário, lhe dá aquela pontinha de charme.
Na casa do F. conheci os seus amigos que agora também são meus: o André, do Brasil, muito atento e muito amável; a vaporosa Papillon, de uma completude muito rara, já em vias de extinção; o Manuel, meu Vizinho, que me preenche os dias e os sonhos.
Gosto da casa do F.
Hoje é dia de festa e aqui ficam os meus parabéns.

58 comentários:

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Obrigado Denise pela sua amizade.
Ando um pouco meditativo em relação aos blogues, mas lá arranjo alguma energia para lhes dar vida, embora tenha vontade de desaparecer do ciberespaço.

Denise disse...

Não se atreva, F.! Faça como eu: uma pausa, apenas.

Aveugle.Papillon disse...

A Denise é mesmo querida, em fazer um post de celebração ao projecto do Francisco! Ele merece!

E obrigada pelas palavras que me tocaram! São sempre muito dignificantes! :)

Uma coisa boa no Verão é poder andar-se nua pela casa. (I'm packing!) :))

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Obrigado Borboleta Giratória! :)

Denise disse...

Ora, Papillon, não agradeça. Sabe que a minha admiração por si é genuína!
Eu tb gosto de me desnudar no Verão, mas este ano já não estou na minha casa. E excepto marido e Manelinhos que me conhecem a alma, torna-se impraticável...
:-(

André LF disse...

Obrigado pelo carinho, Denise!
Sinto-me muito contente por ter encontrado amigos virtuais mais reais do que os que me rodeiam :)

Denise disse...

Ui, André! Isso é ruim... Eu tenho amigos reais que não dispenso. Mas confesso que da virtualidade à realidade vai um passo. E os meus sentimentos por vocês são verdadeiros, não de tela ;-)
A Psicologia permite-nos a isto ou alimentamos uma ilusão?

André LF disse...

Denise, muitas escolas da Psicologia, sobretudo da Psicanálise, são repletas de terminologias que nos afastam dos relacionamentos com os amigos reais e virtuais. Tais escolas, em sua busca pela eficiência total, acabam se tornando gélidas. Não tenho o hábito de enxergar patologias em todas as pessoas. Infelizmente este é um vício de muitos psicólogos.
Diz-se que quando um psicanalista vê um jardim de rosas eles pergunta: "onde está o esterco?" :)

Acho que sempre há uma ilusão nos nossos relacionamentos. Talvez haja uma ilusão até mesmo na nossa lucidez :)
A respeito do que disse sobre a amizade virtual, considero-a muitas vezes mais real e fecunda do que os sentimentos que nutrimos pelos amigos que convivem conosco. Muitas vezes meus poucos amigos daqui(considero a amizade um conceito muito forte, por isso é que digo que tenho poucos amigos) não têm vontade de conversar sobre temas do meu interesse. Como dizia Jung, a pior solidão é aquela que sentimos quando estamos acompanhados por muitas pessoas cujas concepções estão muito distantes das nossas.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

André

Essa é mesmo a pior solidão: "amuralhado" entre "amigos da treta"! Mais vale curtir a solidão do que ter os ouvidos alugados com disparates. :(

Denise disse...

Sim... Por vezes estou rodeada de tantos afectos e sinto-me muito só.
A solidão é terrível.

Denise disse...

Mas estes meus afectos não são da treta. Acontece que às vezes n sintonizam. Apenas isso.

André LF disse...

Sim, a sintonia entre os afectos (acho mais bonita a grafia portuguesa) é um evento raro.

Denise disse...

aqui na virtualidade resulta melhor porque funcionamos com o ritmo do discurso escrito: temos tempo para pensar antes de transmitirmos a mensagem e só a transmitimos consoante a nossa disponibilidade.
Se nos reunissemos todos in praesentia, muito possivelmente a irmandade virtual a que pertencemos esfumar-se-ia rapidamente...
Eu, por exemplo, sou tempestiva ;-)

Denise disse...

Por outro lado, este blogue ajudou a formar amizades com conhecimentos reais que lhe eram prévios. Hoje sou mais amiga do TUlinho e do Paulo graças à blogosfera.

André LF disse...

"Se nos reunissemos todos in praesentia, muito possivelmente a irmandade virtual a que pertencemos esfumar-se-ia rapidamente".
Será?
Também sou tempestivo, Denise. Aliás, vc me descreveu bem quando compôs a sinfonia dos cyberamigos :)
Entretanto, acho que um encontro real seria muito interessante e não viraria fumaça. Teríamos de cuidar dos ânimos da Papillon e do Francisco, :)
Eles estão sempre a se exaltar. Às vezes discutem a valer. Já sou mais calmo. Não gosto de embates intensos.
Tenho uma curiosidade imensa de encontrar os meus cyberamigos portugueses.

André LF disse...

Sim, Denise, o discurso escrito tem lá as suas vantagens. Porém, às vezes ocorre algo desagradável: As mensagens são lidas rapidamente ou mal interpretadas e aí surgem tremendas confusões.

Denise disse...

Sim, eu sou tempestiva mas seguro-me bem. Impludo, como referi num post anterior. Mas quem me conhece depois amarga com o meu mal estar. Isso acontece.
Por outro lado tb sou mais tímida e mais calada que por aqui atrás das teclas.
Quanto à Pappy e ao F., eles próprios saberiam gerir a coisa, acredite.
Um encontro real seria sempre muito interessante, pois claro. E tomara que um dia tamanha graça venha a ser possível!
O André não tem nos seus planos mais próximos uma viagem a este país à beira-mar plantado? Eu e o Manuel moramos no sul, a Borboleta no centro e o F no norte. Visita guiada completa, já viu?!

André, o meu amigo dionísico e tempestivo. Soa-me bem!

Denise disse...

Tem razão, André. Nada melhor que uma conversa de olhos nos olhos!

Aqui já passa da uma da manhã. Vou dormir. Preciso, até porque estou com uns copitos a mais... Hic!

Boa noite!

André LF disse...

Gostaria muito de ir a Portugal, Denise.
No momento falta-me a verba necessária. Não se esqueça de que o Euro é uma moeda muito mais forte do que a nossa, o Real. Mas tenho planos de ir a Portugal. Não há dúvida de que terei guias muito especiais. Vocês também, se um dia vierem para estas bandas, serão bem recebidos por mim;

Vou dormir. Copitos a mais :) Seriam de tinto?

Hoje mergulhei na leitura do volume VII do Diário de Torga, um dos meus escritores preferidos. Não há como ficar indiferente diante das obras de Miguel Torga, um sábio visionário.
Boa noite!

Denise disse...

Vai ver, André, um dia a nossa irmandade virtual conhecer-se-á pessoalmente. Uma questão de tempo. ;-)
Também gosto imenso de Miguel Torga. Aprecio-o mais como narrador, embora não me deixe nadinha indiferente como poeta. Ofereço-lhe este poema, retirado do Diário XVIII e a ser lido intertextualmente com o conto «Jesus» de Bichos:


SEGREDO

Sei um ninho.
E o ninho tem um ovo.
E o ovo, redondinho,
Tem lá dentro um passarinho
Novo.

Mas escusam de me atentar:
Nem o tiro, nem o ensino.
Quero ser um bom menino
E guardar
Este segredo comigo.
E ter depois um amigo
Que faça o pino
A voar...


Entretanto encontrei este poema no Diário X e quero dedicá-lo ao Francisco, por causa do melro:


LIÇÃO

Oiço todos os dias,
De manhãzinha,
Um bonito poema
Cantado por um melro
Madrugador.
Um poema de amor
Singelo e desprendido,
Que me deixa no ouvido
Envergonhado
A lição virginal
Do natural,
Que é sempre o mesmo, e sempre variado.

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Que poema giro! Os meus melros fartam-se de cantar e de brincar todo o dia, de manhã à noite. :)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Gostava de ter tempo para estudar Torga, mas o tempo é um bem escasso: dedico-o ao pensamento. Torga deve exigir uma nova chave de leitura...

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Olá Denise

Afinal, já iniciei uma nova série de posts sobre a casa imaginada: a pátria natal à qual regressamos no sonho diurno. :)

Denise disse...

Ai F.,
Nem imagina a admiração que nutro por si! ;-)
Lerei com muito gosto a sua série de posts!

tia adoptada disse...

(a despropósito),
O Francisco que me desculpe entrar em contra-mão mas queria alertar-vos para a marosca da EDP e solicitar a vossa colaboração, através do envio de e-mails. Para mais informações, sugiro que consultem o sítio da ERSE (se tiverem bastante tempo...)
http://www.erse.pt/vpt/entrada/consultapublica/

ou o meu blog
beijos, Deni

Paulo disse...

boa homenagem, Denise. e eu até nem sou muito assíduo, mas agora e com mais tempo, vou espreitar.

abraços

André LF disse...

Denise, adorei os poemas que vc ofereceu a mim e ao Francisco.
Gostaria de ter a simplicidade de um melro. Mas isto seria impossível, pois eu seria devorado pelas víboras humanas que estão sempre prontas a atacar :)

Pouco a pouco, estou lendo a magnífica obra de Miguel Torga.
Ao lado de Fernando Pessoa e Padre Vieira, Torga é um dos principais artífices da língua portuguesa. Tanto na poesia como na prosa, ele deu ao nosso idioma um novo poder e uma plasticidade inédita.
Pretendo escrever algo sobre Torga. O difícil é encontrar os volumes de seu Diário. No Brasil, é impossível comprá-los. Já procurei em todos os sebos e livrarias e não os encontrei. Esta omissão é uma afronta à memória de Torga.
Tive de me contentar com os serviços de uma biblioteca pública que só permite a consulta local dos volumes do Diário.

André LF disse...

Denise, ofereço-lhe estes poemas de Torga:

Sol negro

De que trevas me vem a claridade!
É da noite da minha humanidade
Que arranco chispas de revelação...
Desaterro a negrura,
E, quanto mais fundura,
Mais luz reluz no aço do enxadão.

Mas quem pode no curso duma vida
Remover toda a sombra de que é feito?
Nessa cama de sombra é que me deito
E acordo a tactear desde que vim,,,
Teimo, contudo, na teimosa empresa
De encher os olhos cegos da certeza
De que também há sol dentro de mim. (v.X, Diário)

Denise disse...

André, em Lisboa há feiritas do livro (agora disseminadas nas estações do metro) onde se encontram os volumes do Diário do Torga a um preço muito acessível. Não sei quando lá regressarei, mas teria muito gosto em oferecer-lhos. Envie-me um email com o seu contacto e depois acertaremos pormenores ;-)

André LF disse...

Triste porém, imensamente belo:

Desacerto

Ternura em movimento,
Vamos os dois — o sol e a sombra juntos,
O futuro e o passado no presente.
O que te digo é urgente;
O que tu respondes não tem pressa.
A minha voz acaba na vertente
Onde a tua começa.

Apertamos as mãos enamoradas.
Uma quente, outra fria...
E sorrimos às flores que no caminho
Nos olham com os seus olhos perfumados.
Tu, de pura alegria;
Eu, de melancolia...
Um a cuidar, o outro sem cuidados.

Canta um ribeiro ao lado.
Ambos ouvimos, mas diversamente.
O que em ti é promessa de frescura
À terra da semente semeada,
Em mim é já certeza de secura
De raiz arrancada.

Almas amantes e desencontradas
Na breve conjunção
Que tiveram na vida,
Levo de ti um halo de pureza,
Deixo-te a inquietação duma lembrança...
E é inútil pedir mais à natureza,
Surda ao meu desespero e à tua confiança

Denise disse...

Não seja tão pessimista, André! Se o André fosse melro talvez tivesse sorte e habitasse perto da janela matinal do Francisco. Até maçã conseguiria petiscar todos os dias, já viu?

André LF disse...

Desacerto (v. X do Diário)

"Canta um ribeiro ao lado.
Ambos ouvimos, mas diversamente".

Só mesmo os poetas para definir a solidão de forma tão simples e profunda :)

André LF disse...

Denise, se eu fosse o melro que todas as manhãs encontra o Francisco, já estaria obeso e farto de tantas guloseimas do Porto. Não conseguiria mais voar :)

Denise disse...

André,
Belíssimos poemas! Agradeço-lhos profundamente.
Uma característica belíssima de Torga é o optimismo que ele deixa transparecer em cada sombra com que pinta os seus poemas.
Lições de vida, acredite!

André LF disse...

Vc é muito gentil, Denise.
Vou teimar mais um pouco na minha busca pelos volumes do Diário. Se não os encontrar, aceitarei de bom grado o seu favor :)

Denise disse...

André,
Partilho a sua admiração pelos grandes escritores que mencionou. Quanto à plasticidade e ao poder conferidos ao nosso idioma, o que me diz de Guimarães Rosa ou Mia Couto, além fronteiras?

(e sim, um melro que não voe é um melro infeliz; e um melro infeliz é um melro morto...) Ai, André! Seja mais alegre, homem! :)))

Denise disse...

Sim, André, não faça cerimónia. Se eu digo que são acessíveis é porque o são mesmo. Se não, eu não me atreveria a tanta gentileza!
:))))

André LF disse...

Sou fascinado pela literatura. Meus autores portugueses preferidos são: Eça, Miguel Torga, Fernando Pessoa, Guerra Junqueiro, Padre Vieira, Bessa-Luís, etc. Há muitos outros a citar :)

Guimarães Rosa é um Titã. Acho a obra dele tão grandiosa que às vezes me asfixia. O universo sertanejo pintado por Guimarães é muito grandioso, é repleto de dimensões épicas.

Não conheço a obra de Mia Couto. Estou com um livro escrito por ele, intitulado Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra. Vou lê-lo em breve.

André LF disse...

Ok, vou lhe mandar um e-mail com o meu contato. Muito obrigado!

Denise, eu sou alegre. Mas a minha alegria é muito efêmera. Gostaria que ela fosse uma vigorosa disposição de ânimo, quase inabalável. Mas, para ser assim, eu teria de ser outro André :)

Denise disse...

Acompanho-o nas suas preferências, com excepção de G.J.. Gosto mas não se enquadra no rol dos meus favoritos, onde habitam outros tantos.
Quanto à Literatura Brasileira, para além do Titã G.R., sou fã da Clarice Lispector. Quando era criança, li com muito prazer o Ziraldo, o Monteiro Lobato e o José Mauro de Vasconcelos que viria a recuperar já adulta. E, claro, os quadradinhos da Turma da Mônica! :)))

André LF disse...

Já li quase tudo que Eça escreveu. Gosto muito de "A Capital" e "O conde de Abranhos", obras desconhecidas aqui no Brasil.
Os brasileiros lêem muito pouco.

André LF disse...

Que legal saber que vc aprecia Literatura Brasileira. Gosto muito de Clarice também. Você aprecia as obras de Machado de Assis?

André LF disse...

A Turma da Mônica tb me acompanhou por muito tempo :))

Denise disse...

"A relíquia", também, e, imperdivelmente, "A Tragédia da rua das flores", projecto do grandioso romance "Os Maias", "A Cidade e as Serras", depois do conto "Civilização", "O Crime do Padre Amaro". Os seus contos, obviamente.
Do msmo século, mas de estética literária diferente, o grande Camilo Castelo Branco.

E, olhe, para lamentos não se centre por aí, eu junto-me a si e, se falarmos muito alto, num piscar de olhos o Francisco aparece por aí! :)))

Denise disse...

Do Machado li apenas Obras Póstumas de Brás Cubas e gostei imenso. Está na lista interminável dos escritores que quero ler depois dos meus compromissos académicos. Os grandes escritores brasileiros cultivaram, e bem, a arte da ironia.
Há também o Jorge Amado, mestre em ironia romântica.

Denise disse...

Acho que sou uma esponja. Eu confesso, apenas para si uma coisa: quando criança, em termos de música, eu delirava copm Bach e Chopin, mas também com a Turma do Balão Mágico!!!
Ahahah

André LF disse...

Mais uma dica:
O cortiço,
de Aluísio Azevedo. Este é para compreender melhor os brasileiros :))

André LF disse...

Sim, não sei como me esqueci de mencionar o grande Camilo Castelo Branco.

Denise disse...

Ui, esse não conheço. Anotei! Obrigada pela dica ;-)
devolvo-lhe um Baptista-Bastos, na senda da revolução íntima dos portugueses (leia o post mais recente do Manuel: tem a ver com mudança de contextos e não apenas de comportamentos).

André LF disse...

Eu também me deleitava com Bach e Chopin e com Turma do Balão. As crianças têm mentes mais abertas :))

André LF disse...

Obrigado pela dica!

Denise disse...

Super fantástico,
O Balão Mágico!!!
lá lá lá lá...

Eu tinha um fraquinho pelo Tob (Vimerson Cavanillas), minha primeira paixão. Eheheh

André LF disse...

AS primeiras paixões são engraçadas. Sempre lembro das minhas :)

André LF disse...

Denise, vou-me deitar. Estou com a esperança de caminhar pelos meus Campos Elíseos oníricos :)
Boa noite!

Denise disse...

As minha paixões nunca foram correspondidas, excepto uma. Mas eEu sou uma mulher apaixonada. Não sei viver doutra maneira.

São quase três da manhã por aqui. Vou me deitar e sonhar com Amor e Paixão ;-)

J Francisco Saraiva de Sousa disse...

Denise e André

Uma longa conversa nocturna! Já estava a dormir, mas mesmo que estivesse acordado não interrompia uma tal conversa! :))))

Denise disse...

Ora, Francisco, claro que não interromperia mas animaria, isso sim, a conversa com a sua presença e as suas opiniões. Não seria assim, André?

Denise disse...

Tia,
Já linkei o teu post para maior divulgação!

Paulo,
Vai passando por lá, quando puderes, mas aviso-te já que é un petit peu diferente deste nosso mundinho ;-)