quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Upaaaaaa... E lá vou eu agaaaain!

Malis mala succedunt ...Ou por outra, um mal nunca vem só.

Não chegavam as fustigações da alma. O corpo rebela-se reivindicativo em explosões múltiplas e viscosidades oníricas.
Mas o meu corpo é um templo. Resta-me, por isso, rir dos seus desvarios hiperbólicos e voltar a cantar com a Adrienne Pauly:

(Je veux un mec, par Adrienne Pauly)

sábado, 27 de dezembro de 2008

Perdoem-me...

... a indelicadeza do silêncio e a tristeza que a acompanha.
Foram muitas as tentativas de regresso. Inumeráveis.
... só que as palavras enublam-se e dissipam-se.
Ameaços tímidos de beicinho em Julho, precipitação incómoda de tristeza em Agosto, granizo efervescente de inapetite em Setembro, rajadas fétidas de isolamento em Outubro, tempestade sanguinolenta de apatia desde Novembro. É a minha primeira depressão e estou a curti-la em grande.
E quando regressar a este meu país a este meu reino a este meu império, gargalharemos do que já não é e banquetearemos a mais pura das cabriolices e beberemos néctar de vento e bailaremos ao som de pétalas de malmequer e cantaremos laudes e

Prometo que volto...

..mas primeiro tenho de recolher os pedacinhos de mim...


(daqui)



Villa-Lobos - Vals...

(Heitor Villa-Lobos. Valsa da Dor. 1932)